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Dark-Fenix

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23
Set12

Opinião Semanal #42&43 Parte 2

Dark-Fenix

 

8ºGame of Thrones 5:

 

Capítulos mais mornos de Game of Thrones, que até tiveram bons momentos, mas no geral foram apenas de transição e de apresentação de personagens, personagens esses que são claramente o ponto forte dessas 4 histórias.

 

A história da Sansa acabou ficando mais infantil do que se esperaria, é difícil sentir pena de um novo personagem, principalmente quando ele é claramente visto como random, mas na série e no livro conseguiram passar esse sentimento em poucas páginas ou poucos minutos, deixando um gosto de injustiça na morte do Mycah, algo que não aconteceu de todo na hq.

 

Tirando o facto da história da Catelyn ter apresentado o Mindinho e o Varys foi totalmente dispensável na hq, algo que principalmente no livro foi muito bem trabalhado. Esses dois personagens são 2 dos 4 personagens mais inteligentes de todo o reino, tanto um como o outro com grandes momentos no futuro, em especial o Mindinho.

 

 

A história da Arya foi provavelmente a mais parecida de todas até agora com o livro e com a série, obviamente falta a carga dramática que o Martin e os roteiristas conseguem e que o autor da hq passa longe de o conseguir, mas mesmo assim funcionou bem. E assim morre o primeiro dos lobos, curioso para saber quantos irão chegar ao final da história.

 

Por fim, os sonhos do Bran, isso é algo que foi pouco trabalhado na série e que nos livros fica bem confuso, então por isso gostei de ver isso retratado na hq, para ter uma ideia melhor. E no final do capítulo ele acorda, o que dá um bom cliffhanger.

 

 

7ºAssassination Classroom 6-7:

 

Comentando apenas os capítulos 6 e 7, para a semana logo comento o resto.

 

Mas sobre esses dois capítulos o 6 fecha o arco do Karma, achei o capítulo mais fraco até ao momento porque em muitos momentos o autor seguiu ideias bem clichés. Em destaque aquela cena do professor morto, ficou bem estranha, porque ele não tendo matado o professor acaba ficando desvalorizado, mas por outro lado não dá para matar um professor e só apanhar uma pequena suspensão e voltar de novo à escola, então foi um beco sem saída por parte do autor.

 

De resto, gostei de ver o autor a seguir o padrão, que pessoalmente acho o mais correcto para arcos curtos, 3 capítulos, introdução, desenvolvimento e conclusão, ele fez isso para o mini-arco do Karma e também para o próximo com a professora, fora que pensando já numa maneira de vender o manga em formato Tankōbon, o normal é o primeiro volume dos mangas da Jump terminar no capítulo 7, capítulo 7 que introduz na última página o gancho para o arco seguinte.

 

 

Mas sobre o 7 e deixando o próximo arco para a semana, foi um capítulo no geral normal, mas que gostei mais do que do 6, principalmente pela simplicidade e por mostrar a relação entre o Duro de Matar com um aluno, no caso aluna, que não tem muito destaque, além disso também serve para ficar entre arcos, o que também é bem feito pelo autor.

 

Para concluir, quando li esses capítulos, ainda não tinha visto a toc da semana passada, então o primeiro pensamento que me veio à cabeça quando li o final do capítulo 7 foi só espero que essa aparente adição de fanservice não seja por o manga não ter ido tão bem quanto esperado, mas tendo em conta que entretanto já ganhou um primeiro lugar, pode ser visto como um extra.

 

 

6ºRookies 68-69:

 

Difícil decidir quem ficar nas posições 3-6, inicialmente Rookies estaria mais alto, principalmente pelo seu ponto forte, a estabilidade, mas acabei baixando para dar destaque aos outros que não são assim tão estáveis e por consequência surpreenderam mais esta semana.

 

Estabilidade representa totalmente esse dois capítulos, o 68 é praticamente um dia normal de escola, o Kawatou chorando feito um bebé, os membros da equipa de basebol voltando a faltar às aulas. Apesar de metade do capítulo ter sido normal, a segunda metade foi excelente, com o Anya descobrindo sobre o director, o director assumindo as culpas e no final aquela despedida sem glória, mas com um significado grandioso.

 

O 69 então foi completamente um filler, que mais pareceu Rokudenashi Blues, anterior manga do autor, do que propriamente Rookies. Há de se dizer que o autor também soube conciliar o nº do capítulo com a ideia deixada durante praticamente o capítulo inteiro, mas no final é um manga shounen e ela apenas estava a ensinar ao Kawatou como mexer no computador. Ao ler esse capítulo me fez pensar como dava trabalho a um professor fazer os testes antes de haverem computadores ou melhor antes das impressoras e fotocopiadoras.

 

 

5ºToriko 203-204:

 

O que fez a diferença para Toriko perder para Bleach e One Piece foi curiosamente o mesmo motivo de Rookies, a sua estabilidade, como normalmente coloco sempre Toriko entre os 5 primeiros do meu ranking, acabei preferindo colocar nesta semana Bleach e One Piece à frente, já que Toriko foi a qualidade normal de sempre e os outros dois foram surpresas.

 

Mas deixando isso de lado, uma história normalmente tem uma trama principal e a partir dessa tem outras secundárias, muitas vezes até mais interessantes que a principal, o que muitas vezes não é levado em conta é que essas tramas secundárias se tornam interessantes exactamente por não terem tanto destaque, serem apenas um bónus.

 

 

E é isso que penso que deveria ter sido feito com essa história do Komatsu, apenas um extra e não tornar em algo tão importante quando a luta contra o monstro mais forte visto em Toriko. Foi meio que um anti-climax no que trata do assunto principal, não tão grande quanto de Fairy Tail, longe disso, mas desnecessariamente longo.

 

Porque falando sobre essa trama do Komatsu, o único defeito que têm é esse exagero no Komatsu, com ele criando comidas que nunca tinha imaginado em poucos minutos e ainda levando mais tempo por causa de que queria melhorar o sabor, ficou muito cliché. Mas tirando isso o capítulo 204 foi muito bem feito, com alguns pormenores bem interessantes e que apesar de cliché foi bom ver que o nível actual do Komatsu e onde ele se enquadra no meio de todos esses grandes chefes, pode ser que com isso até venha a entrar nesse top100, o que daria um bom gancho para a entrada dele no Mundo Gourmet, já que a Bishokukai está atrás dos 100 melhores chefes.

 

 

Para a próxima semana o foco volta para a luta, que não está nada fácil para eles os 4, lá ver como será que o Shimabukuro irá derrotar o monstro que quando mais tempo passa mais forte fica, de qualquer maneira uma coisa é certa, passa de certeza por trabalho em grupo.

 

Para finalizar um pormenor interessante quando as pessoas ficam a saber sobre o veneno na chuva, é uma reação normal do ser humano, quando não sabe de nada não tem nenhum problema, mas é só contar que está doente, já doí tudo, gostei de ver isso, mesmo que em tom de piada.

 

 

4ºOne Piece 681-682:

 

A história do Caribou está-se a formar, com o Jinbei levando para o antigo G5, resta esperar para ver o que acontecerá com o Caribou, que agora foi capturado pela marinha. Esperava mais destaque para o Jinbei que tendo em conta a capa do 682 já não deve de aparecer mais no especial, mesmo assim esperar para ver a aventura do Caribou.

 

O capítulo 681 foi na sua maioria mais ou menos, ou mais do mesmo, com o Luffy enfrentando o sem carisma do Caesar e que pelo que mostrou neste capítulo também não lá muito forte, já que a Monet é que acaba por salvar o Caesar. Ainda bem que o Oda restringiu bem a akuma no mi do Caesar, mas mesmo assim ainda acho bem exagerado ele conseguir controlar o oxigénio, mesmo que seja apenas num pequeno espaço.

 

Mas mesmo assim foi o capítulo 681 que deu o tal click que vinha falando, o motivo foi o obvio, Trafalgar Law, que a cada capítulo que passa rouba mais a cena. E ao contrário do que possa ter parecido nos capítulos anteriores e até mesmo nestes dois, aquele sorriso do Law mostra que ele tem tudo bem planeado e espero que seja realmente um grande plano, grande o suficiente que possa apagar completamente da memória este mau começo do Novo Mundo.

 

 

Fazendo uma pausa entre elogios para uma crítica, a mesma das últimas semanas, os marinheiros. Já o tinha dito nas últimas semanas e repito o Oda consegue trabalhar muito bem personagens importantes da história, mas consegue infantilizar demasiado os randoms, principalmente quando são grupos, como os marinheiros e a página 5 do capítulo 682 mostra bem isso, com eles agindo que nem crianças, desde gritar pelo Sanji, a se recusarem a acreditar na cruel verdade que o Vergo é mau e gritando que nem crianças quando a Tashigi diz para irem ajudar as crianças.

 

E agora voltando aos elogios, Doquixote DoFlamingo, já o disse ele era a minha grande aposta para o primeiro vilão no Novo Mundo desde há muito tempo e não posso ficar mais feliz por isso acontecer. Nunca fui grande fã do personagem, mas é inquestionável que ele é um grande vilão e serve na perfeição como grande teste para o Luffy. As cenas com ele foram meio confusas e no-sense, mas mesmo assim interessantes e pelo que dá a entender ele não irá até a Punk Hazard, o que na minha opinião é uma decisão mais que certa, porque One Piece precisa de uma mudança de ares, além de que dá um ar melhor à saga.

 

Mas Flamingo só daqui a pelo menos uns 20 capítulos, por agora ainda é Punk Hazard, com o Oda voltando à comédia que sempre funcionou em One Piece, não achei tão natural quanto antes do time-skip, mesmo assim uma excelente interação entre os personagens, incluindo o espadachim, que até poderia ser um forte possibilidade para o grupo se não fosse o grupo já estar cheio de espadachins.

 

 

O Broock e o Kinemon foram o destaque da luta contra o dragão, mas o Zoro foi o melhor, sem fazer nada, o papel que ele mais gosta de desempenhar. No final do capítulo uma bomba, pelos vistos o dragão é o filho do Kinemon, só que volta-se a um assunto já antigo, em One Piece personagem secundário não morre, a não ser em flashback, então não passa de uma bomba momentânea, mas sem dúvida seria muita ousadia do Oda matar uma criança num manga shounen, principalmente nessas circunstâncias.

 

Mas numa virada de roteiro interessante gostaria de ver o Kinemon a morrer e o Momonosuke a entrar para o bando dos mugiwaras, um dragão seria um bom bicho de estimação, mas duvido bastante que isso fosse acontecer. Já me esquecia, foi pena que o Vergo e o Sanji não lutassem até ao fim, mas faz sentido já que a ideia inicial sempre pareceu ser Smoker vs Vergo.

 

Para concluir, é incrível como o Oga logo agora que conseguiu chamar a atenção dos leitores de novo para One Piece tira uma folga, mas por outro ponto de vista foi sem dúvida na altura certa, já que quando se tira uma folga de uma semana é sempre bom deixar algum gancho importante, para manter o leitor interessado.

 

 

3ºBleach 507-508:

 

Começando pelas críticas e deixando os elogios para o fim, o maior cliché de manga shounen é, todos ou 99%, dos personagens gritarem o nome do ataque quando vão atacar, mesmo quando é um ataque surpresa pelas costas. É algo que qualquer fã de mangas shounen já deve aceitar logo à partida, porque senão ou vai ler mangas seinen ou parte para outra mídia.

 

Isso é algo que não se deve criticar, mas sim elogiar quando o autor não o faz, como por exemplo o Mihawk, o seu ar nobre, sério e de poucas palavras faz com que não faça sentido ele sair gritando o nome dos seus ataques para o mundo saber, ele simplesmente tira a espada e ataca o Barba Branca para dar início à guerra.

 

E em Bleach o Yamamoto deveria ser um desses personagens, tem idade suficiente para não ser arrogante e sair dizendo em alto e bom som o nome do seu ataque ou da sua bankai, para quê contar o inimigo a sua única vantagem? Um Naruto, um Luffy ou até mesmo o Ichigo, sim faz sentido eles são burros mesmo, mas um velho e acima de tudo o comandante da Gotei 13 não faz.

 

E acho que isso até mesmo influenciou muita gente, mesmo que inconscientemente, a não ter gostado da bankai, porque o facto de ele ter dito o que a bankai faz torna-a simples. Porque sinceramente se o Kubo não tivesse feito toda aquela lengalenga inicial dizendo que ia mostrar a bankai e depois dado um close para a manga a rasgar-se e deixar tudo tão óbvio, na altura que mostrou o chão sendo cortado iria surpreender. O que quero dizer é uma imagem vale mais que mil palavras.

 

 

Muito texto e no final irá parecer que foram mais críticas que elogios, mas foi para explicar o meu ponto de vista, algo que não irei de todo levar tanto tempo para elogiar, é que tirando tudo isso do Yamamoto, os dois capítulos foram excelentes, até porque coloca frente a frente os prováveis dois personagens mais fortes já apresentados até ao momento no manga.

 

Mas acima disso foi ver o comandante Yamamoto a libertar a sua bankai, que por motivos óbvios é a bankai mais poderosa que a Soul Sociaty já viu e provavelmente nunca mais irá ver, tamanha é a força que emana. O Juhabach até tentou contra-atacar, com ataque que parece ter vindo de Soul Eater, pelo menos para mim pareceu bastante com a arte do manga.

 

E no final o que fez Bleach ficar em terceiro, grande impacto ao ler o capítulo, normalmente não fico muito entusiasmado com novos ataques e ataques mirabolantes e coisas do tipo, preferindo uma boa história, mas esse final de Bleach me animou para ler o próximo, agora esperar para ver se os próximos capítulos estão à altura.

 

 

2ºGreen Blood 7:

 

Estava em dúvida se continuaria a comentar ou não sobre Green Blood, já que o manga mostrava seguir um padrão de seinen com boa arte, alta qualidade em arte e um roteiro mais arrastado, mas depois deste capítulo não tive como não comentar. A arte como sempre está extraordinária, em especial essas duas imagens do post, mas neste capítulo o destaque vai para a história, que surpreendeu.

 

Não estava à espera que o chefe dos Grave Diggers aparecesse e nessa aparição é que se vê uma grande diferença entre uma história shounen e uma seinen, num shounen o pai seria igual ao filho, sem qualquer dúvida disso, no seinen o pai sabe que o filho não presta, mas o desgraçado não deixa de ser seu vilho.

 

No final do capítulo fica a dúvida sobre o que o Brad decide fazer, mesmo assim tiros foram disparados e provavelmente esse será o gancho para o futuro da história. Outros pontos interessantes do capítulo foram a fala da personagem feminina ao dizer que o Brad está a trabalhar e o valor que o Brad atribui à vida do Kip, 10 dólares, até achei bastante, normalmente é 1 dólar ou até mesmo entram nos cêntimos.

 

 

1ºBeelzebub 173:

 

Sinceramente já esperava vir criticar ou pelo menos não elogiar e o início do capítulo até estava a mostrar isso, mas é impossível não elogiar este capítulo, que em todos os aspectos foi construído da melhor maneira possível.

 

A página colorida é um bom exemplo disso, servindo como aperitivo para a luta que irá vir, depois o facto da batalha serve à beira rio, algo que remota ao primeiro capítulo de Beelzebub e também ao maior cliché de mangas de batalha escolares. O autor também não seguiu com uma batalha completamente séria entre os dois como o Furuishi fez com o Toujou ou os outros que derrotou antes, afinal eles são amigos de infância.

 

E isso foi praticamente o assunto ao qual o capítulo rodou, desde as posses estranhas deles no inicio, passando pelos incidentes de infância sem qualquer lógica, pela sequência de desespero do Furuishi, ao não conseguir encontrar um demónio forte, ele ao dizer que já sabia do veneno, o momento épico dele ao chamar o demónio mais forte, culminando numa troca de socos até à exaustão e finalizando com os dois deitados à beira rio falando sobre o passado.

 

 

No final o Furuishi só queria por uma vez se igualar ao Oga, mesmo que depois voltasse a ser o mesmo Furuishi de sempre e pelo que parece o próprio Oga também queria lutar de igual para igual com o Furuishi mais uma vez. Isso faz-me lembrar de várias lutas de Crows/Worst, mangas sobre gangs escolares, onde esse tema é mais que recorrente.

 

Além disso tudo o que o capítulo ainda serviu para mais duas coisas. Primeiro porque há já bastante tempo que o autor não conseguia terminar um arco bem, começava a maioria bem, mas no final deitava tudo a perder, já este foi mais inconstante, começou bem, falhou no meio, mas fechou com chave de ouro, se calhar mesmo com o melhor capítulo do manga.

 

E a segunda coisa foi o final do capítulo que não só termina o arco como dá o gancho para o seguinte ou para uma continuação do mesmo, com o passado dos dois personagens. Além de flashbacks quase sempre darem bons resultados ainda há o factor de que se irá ter o Furuishi em destaque durante mais algum tempo e se calhar dar alguma personalidade ao Oga, que sempre foi bem sem personalidade, algo que mais cedo ou mais tarde é um ponto negativo num protagonista.

 

 

Ao contrário da luta do Furuishi e do Toujou, onde o Jagger foi destacado demais, neste o Behemoth fez apenas uma aparição simbólica, servindo apenas para o Furishi e o Oga brilharem ao mesmo nível e para mim isso foi perfeito, o Behemoth não precisava de destaque, era apenas simbólico e o facto de ele não ter tido destaque também faz com que não fique totalmente a ideia que o Oga está ao mesmo nível dele, já que a luta foi entre Oga e Furuishi e não Oga vs Behemoth, como foi desenvolvida a luta Toujou vs Jagger.

 

Para concluir, acima falei de Crows e Worst, porque esse discussão entre o Oga e o Furuishi me fez lembrar da relação entre o Bouya e o Yasuda de Crows, onde o primeiro também é o mais forte da escola e o segundo o alívio cómico do manga, além de ser o segundo em comando, mesmo sendo provavelmente o mais fraco de Suzuran.

 

 

Ranking:

1ºBeelzebub 173
2ºGreen Blood
3ºBleach
4ºOne Piece
5ºToriko
6ºRookies
7ºAssassination Classroom
8ºGame of Thrones
9ºBeelzebub 172
10ºNisekoi
11ºKuroko no Basket
12ºTakamagahara
13ºNaruto 602
14ºReborn
15ºPokémon
16ºFairy Tail 300
17ºNaruto 601
18ºFairy Tail 299

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