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Dark-Fenix

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30
Mai13

Opinião Semanal #68

Dark-Fenix

 

Estava a ver que nunca mais conseguiria fazer o post, o blog deu um monte de erros nos últimos dias, principalmente hoje, mas pronto cá está mais uma edição. Esta semana destaquei Beelzebub, depois de algum tempo ser ler, Bleach, Naruto e One Piece, Kuroko no Basket com o final do jogo contra a equipa do Aomine e Vagabond. Não cheguei a ler nenhum capítulo de Dorohedoro esta semana, então fica para a próxima ou só na outra dependendo de quanto tempo terei disponível.

 

Ainda não li o capítulo, mas muito provavelmente para a próxima edição o capítulo final de Enigma, que depois de muito tempo foi lançado. Como já tinha dito há uns tempos quando tive a ideia, mas acabei não colocando exactamente em practica, caso queiram ler a minha opinião mais detalhada, de algum dos mangas que normalmente estarão no grupo que não terá muito destaque no post, é só deixar um comentário que tentarei dar-lhe o devido destaque.

 

Beelzebub 196-205:

 

Finalmente me actualizei com Beelzebub, foram 10 capítulos nesse meio tempo e sinceramente esperava mais, não é que o resultado geral seja mau, pelo contrário até é razoavelmente positivo, mas agora entendo o motivo para a sua situação na toc não ter mudado em praticamente nada, mesmo este sendo um arco que há partida iria voltar a mostrar o melhor do manga, volta às origens e ao que realmente funcionou no manga. O manga está agradável de ler, mas continua não deslumbrando, principalmente na primeira metade dos capítulos que comentarei.

 

Para começar no 196 tivemos uma versão alargada do que já tinha acontecido no 195, só que desta vez o Oga em vez de o derrotar com um soco, usou um festival de socos para parecer mais efectivo quando na verdade tudo continua igual, o Oga continua overpower demais e a cada nova luta já se sabe o resultado. Depois segue-se mais uma versão de troca de corpos em Beelzebub, desta vez entre o Oga e o Beel servindo de apresentação para mais uma das chefes dos novos grupos, desta vez completando a cota parte feminina.

 

O mini-arco que destacou a Aoi contra a nova inimiga foi bastante instável, não direi totalmente negativo, mas teve vários motivos que não o tornaram bom, para começar a Aoi tem o mal de 90% das personagens femininas principais de mangas shounen, servindo quase que exclusivamente para representarem o papel de donzela em perigo e quando a situação muda e conseguem fazer algo por si próprias parece um exagero, simplesmente porque saí do nada, parecido com a situação da Sakura no capítulo mais recente de Naruto.

 

 

Além disso a vilã também não foi bem trabalhada, ficando apenas pelo básico, servindo em alguns momentos para o fanservice e mais tarde depois de perder, para a piada com o demónio que a estava possuindo, vale frisar igual ao final de um dos arcos anteriores e um dos grandes motivos do final fraco dele. Também tem os extras de ter caído no capítulo 200, logo o autor manda para o lixo um capítulo de nº redondo com uma história que mais capítulo menos capítulo será esquecida. E segundo extra, fazendo lembrar um dos melhores capítulos de Makai no Ossan (outro manga do One, roteirista de One Punch-Man) cena abaixo, no capítulo 201 é parecido, seja pelos aparentes cortes na página dupla (na verdade neste caso até foi bom, o problema foi a seguinte) ou pelas linhas desenhadas duas páginas há frente.

 

 

Felizmente depois segue-se o melhor desses capítulos, a traição do Himekawa, inicialmente não gostei e ainda acho que o personagem tem alguma na manga, mas nos capítulos a seguir fui gostando da ideia dele ser o escolhido para trair o Oga, até porque ele é de longe dos 4 reis o que menos destaque teve na obra e depois da entrada da Futaba, e por consequência incrível aumento de carisma e popularidade do Kanzaki, isso ficou ainda mais evidente, resumindo no mínimo é bom ver que o autor conseguiu arranjar maneira de destacar o personagem, e principalmente com lógica já que dos 4 reis ele é o menos chegado ao Oga.

 

Só achei meio exagerado ele ganhar do Toujou, está certo que faz sentido, mas num manga shounen é sempre estranho ver alguém que por definição é mais forte perdendo para alguém mais fraco. Foi bom ver o Furuichi novamente forte, mas foi uma situação bastante forçada, novamente faz sentido pelo que a Hilda disse, mas se era para ele continuar usando os lenços mais valia não terem dito que ele iria ter todos aqueles sintomas e agora continuar a usar os lenços na mesma.

 

De resto Beelzebub está interessante, mas continua sem deslumbrar, pode ser que esse actual destaque dado ao Himekawa mude a situação de toda esta nova fase do manga e esperando que ao contrário dos dois anteriores adversários neste arco, que o novo líder seja forte e dei alguma luta e por consequência melhore a qualidade do manga, que está a precisar.

 

 

Bleach 537-538:

 

Bleach chegou àquela altura da história em que o autor tenta arrumar a casa e juntar todos os pontos para poder partir para o final da história. Ou seja saber como a mãe do Ichigo morreu e como isso, e tudo o resto apresentado no arco, está ligado à história principal do manga, já que apesar de tudo este é o arco final do manga. O Kubo conseguiu juntar tudo, mas claro que tudo pareceu bem forçado, afinal é uma coincidência enorme o Juha Bach retirar os poderes aos quincys logo na altura que a Masaki é atacada pelo hollow.

 

Também meio forçado todo esse entrosamento para fazer o Juha Bach ser o centro das atenções, é claro que como vilão final ele teria de ser destacado além do simples motivo de ser o vilão do arco, mas foi bastante forçado toda essa ligação com o Ichigo e toda a importância dada ao personagem, que acima de tudo apareceu há pouco tempo no manga. O Aizen sempre será o vilão principal de Bleach (parecido com a relação de Orochimaru com Naruto, mesmo que aí se aceite perfeitamente o destaque final ser dado ao Madara) e como tal ele deveria estar a ocupar o lugar actual de Juha Bach.

 

Mas sobre isso não há nada a fazer, o Kubo claramente não programou a longo prazo o seu próprio manga (não que o culpe, poucos são o que o fazem e menos ainda os que conseguem colocar os planos em pratica semanalmente) e dentro de todas as escolhas este é o caminho a seguir, apesar de que Aizen aparecer em destaque ainda ser bastante provável. Resumindo caso isto não fosse o arco final eu provavelmente estaria mais empolgado porque a história dos quincys até que é boa, tirando lá está toda essa “obrigação” do Kubo em colocar tudo como família do Ichigo, agora sendo o arco final, este arco parece tão deslocado da história como o arco dos fullbringers.

 

 

O flashback era importante, afinal respondia à pergunta de como a mãe do Ichigo morreu e sobre o passado do Ichigo, mas acho que mesmo os maiores fãs de Bleach concordaram que este foi um flashback abaixo das espectativas, principalmente quando o melhor momento do manga é um flashback, Back to the Pendulum, seja como for respondeu ao que tinha de ser respondido. Tendo em conta o apresentado o final do capítulo 537 acabou não sendo surpreendente, já que fica claro a importância de Juha Bach para todos os quincys, de qualquer maneira esperar para ver o que o Ishida irá apresentar ao arco, só esperando que ele não seja a donzela em perigo da vez.

 

Já o capítulo 538 foi quase um completo desastre, o Ichigo não conseguiu encontrar a sua Asaushi, então foi mandado para casa para treinar, acaba ouvindo a história dos seus pais, aparece uma personagem a cair do céu do nada, leva-o para o Palácio Real e como se tivesse feito aquilo a vida toda já consegue ter uma Asauchi? Caso tenha perdido algum pedaço da história peço sinceramente que me recordem nos comentários. Pessoalmente ainda bem que não houve treinamento, mas não era preciso jogar a lógica de lado. Segue-se o Hitsugaya a treinar junto dos novatos, ok, ele perdeu a sua bankai e ele dependia bastante dela, mas isso é ridículo. Acho incrível como as bankais se estão a tornar tão banais, não que o personagem do 69 não mereça uma bankai, sempre teve destaque na história o bastante para isso, mas não gosto da ideia de ele conseguir ganhar uma bankai na base de um treino, baixa bastante o grau de importância das bankais, que diga-se já não é o que era. Por fim, adorei o cão, mas não vejo como neste momento da história seja sensato dar destaque a mais um personagem e ainda para mais um que nunca foi popular perante os fãs de Bleach.

 

E esperando que agora se possa finalmente conhecer o Rei, a não ser que o Kubo queira esperar um ano para apresenta-lo depois da sua pequena aparição já nem me lembro há quanto tempo atrás.

 

 

Kuroko no Basket 132-138:

 

Final de jogo alucinante e não era para menos já que pelo menos no papel este é o segundo jogo que mais espero/esperava no manga, só sendo batido pela final com o Akashi, obviamente. Também serviu para apresentar a extremamente exagerada técnica “Zona”, único motivo para o meu comentário não ser só elogios.

 

Fundo branco, destacando totalmente Aomine e Kagami, foi dessa forma que o autor usou para apresentar a técnica mais exagerada, até agora, e pelo menos nesse momento funcionou, o problema foi o que veio de seguida, ou seja a explicação da técnica e principalmente o momento em que o próprio Kagami também entra na “Zona”. A “Zona” seria algo que podia funcionar como simbolismo e não como realidade do próprio Universo, dessa forma agora é esperar técnicas cada vez mais fantasiosas, até porque o autor não perdeu tempo a colocar o Kagami a usar a técnica.

 

De qualquer maneira tirando esse exagero, tudo o resto foi muito bem feito, reacções dos personagens, Kagami vs Aomine, jogadas que fizeram lembrar muito Slam Dunk e o final do próprio jogo são bons exemplos do que foi bem executado neste final de jogo. Começando pelas referências a Slam Dunk, primeiro a cena em que o Kuroko vai buscar a bola já fora do campo e bate contra a mesa, relembrando um dos grandes momentos do Sakuragi em Slam Dunk e segundo relembrando um dos melhores mementos já feitos num manga, seja ele de desporto ou não, o passe do Hanamichi para o Rukawa, representado em Kuroko no Basket por Kagami e Kyoshi, servindo não só para referenciar novamente Slam Dunk, mas também para representar o nível bastante superior do Aomine e também que o Kagami mesmo sendo um jogador individualista também sabe quando deve passar a bola, parecido com a situação do Sakuragi naquele momento de Slam Dunk.

 

 

Se há algum destaque principal neste arco sem dúvida é a disputa entre Kagami e Aomine, que não sendo transferida para o manga de forma perfeita ficou muito boa. Apesar do autor já me ter dados motivos mais que suficientes para confiar nele sobre assuntos mais complicados, fico sempre em receio que seja desta que ele estraga tudo, mas felizmente ainda não foi desta, o Kagami realmente ganhou algumas vezes ao Aomine, mais do que deveria, apesar disso o Aomine nunca deixou de parecer superior e momentos como o passe do Kagami para o Kyoshi, quando o Aomine marca por detrás da tabela e o pós jogo são bons exemplos disso. Resumindo Aomine perdeu, mas não ficou 100%, na verdade diria que nem 50%, descredibilizado, como acontece na maior parte dos mangas shounens fantasiosos que para credibilizar um parece terem de descredibilizar imediatamente o outro.

 

Uma coisa que estranhei bastante e que ainda não consegui compreender a lógica é a maneira como Seirin atacou o cesto no final do encontro e também a maneira como Touou o defendeu. Para começar, Seirin precisava de no mínimo 3 pontos a poucos segundos do fim para empatar, mas em vez de uma tentativa de 3 pontos foram à procura de marcar de 2. Ok, no final eles marcaram 2 pontos e ainda tiveram direito a lance livre, mas isso não é algo que se possa contar como adquirido ou sequer apostar e aí entra a defesa de Touou, que sabendo do marcador era simplesmente defender os lançamentos de fora e caso alguém quisesse atacar o cesto de dentro que o fizesse seriam 2 pontos, estariam ainda há frente e teriam a bola. A cena sem dúvida foi bizarra, mas não estraga o resto do jogo.

 

 

Até porque o final foi excelente, vitória nos últimos segundos como mandam as regras de uma grande partida de basquetebol, e nisso o autor acaba sendo beneficiado já que basquetebol e futebol americano são os únicos desportos, que me lembro neste momento, que isso é normal e longe de ser forçado, quase todos os jogos equilibrados nesses dois desportos são jogados até ao último segundo, literalmente, lembro-me da final do SuperBowl de 2012 se aquele último passe tivesse entrado seria uma reviravolta histórica no último segundo. Além disso as reacções finais dos jogadores, plateia e claro o momento em que o Aomine deixa cair a ficha e percebe que perdeu são excelentes. Na cena em que o Aomine comenta que irá voltar a treinar é mais um exemplo de como o personagem saí descredibilizado da situação, agora só não sei até que ponto uma revanche passará pela ideia do autor.

 

No capítulo seguinte, mais um momento de descontração envolvendo comida, longe de ser o melhor capitulo do género em Kuroko, mas novamente faz o seu trabalho bem feito. Ainda se teve tempo para ser apresentado à Alex, muito provavelmente para criar o background para o próximo jogo deles, contra o amigo do Kagami vindo dos Estados Unidos.

 

PS: Só reparei já na altura de organizar as páginas, de qualquer maneira o toque de punhos entre o Kuroko e o Aomine no final do jogo também faz lembrar Slam Dunk, só que neste caso com um significado totalmente diferente de um manga para o outro.

 

 

Naruto 630-631:

 

 

Ainda não consigo compreender porquê é que o Obito simplesmente não se joga dentro de um poço, viaja para o seu mundo imaginário, vive feliz para sempre com a Rin e deixa todo o mundo em paz? O resultado seria o mesmo e não perdia tempo lutando e elaborando planos que podem correr mal e acabar morto. Essa é uma das vantagens de no mundo real não existem sharigans e ninjútsus, no mundo real o Obito seria apenas mais um drogado que ninguém ligava, em Naruto ele é um dos principais vilões e quer destruir o mundo.

 

O Juubi já estava bizarro desde que apareceu pela primeira vez, mas o Kishimoto está conseguindo se superar a cada nova forma do Juubi. Está certo que os Bijus há muito que perderam a importância e a misticidade do início do manga, mas não era preciso o Kishimoto os transformar em pokémons, a flor é idêntica às pétalas de um vileplume e comparações com outros pokémons não ficariam por aí. Acho simplesmente ridículo quando um autor faz um personagem parecer que sabe tudo quando não faz o menor sentido ele realmente saber, como no caso do Naruto e a sua reação ao ver o pai aterrar à sua frente, não sei para vocês mas pelo menos para mim essas poses e frases de efeito não melhoraram em nada a cena, o mesmo se pode dizer da chegada do Sasuke, pela reacção do Naruto era dado como certo que o Sasuke estaria ali naquele momento. Uma reacção de surpresa cairia muito melhor tanto num como no outro caso.

 

 

Ao contrário por exemplo da página dupla onde os 4 hokages se reúnem, aí o Kishimoto decidiu fazer os personagens estranharem e se surpreenderem, tirando a reacção do Madara e a resposta do Hashirama que pareciam duas crianças a apontarem o dedo uma a outra. Minato transformado não se parece com o Naruto é igualzinho a ele. Logo no início do capítulo o Kishimoto também deixou uma ideia de que Naruto pode acabar ficando no final com a Sakura, principalmente pela comparação com a Kushina, pensava que a questão já estava arrumada, depois da situação HinataxNaruto há alguns capítulos atrás, mas parece que não, de qualquer maneira desde que isso não se torne o foco do manga tanto faz com quem ele ficar.

 

Há algumas semanas/meses atrás já tinha comentado que Sasuke Hokage era algo válido tendo em conta o que tinha sido apresentado na conversa entre ele e os Hokages, mas claro que para isso teriam de ter sido feitas muitas alterações na forma como o Kishimoto apresentou toda a fase Shippuuden. Porque tendo em conta tudo o que foi feito pelo Kishimoto não faz o menor sentido, na verdade o que faz ainda menor sentido é o Sasuke sequer sentir na obrigação de gritar que quer virar Hokage, ao estilo Naruto e Luffy, não combina com a personalidade dele, mesmo que a personalidade do Sasuke seja a coisa mais dúbia que o Kishimoto já fez no manga. Resumindo pior cena do capítulo e candidata a uma das piores cenas do manga, não pelo significado, mas por não fazer o menor sentido na maneira como foi feita.

 

Por fim, apesar de tudo o que comentei acima não dá para deixar um sorriso aparecer no rosto ao ver o time 7 novamente reunido, apesar de que a Sakura está ali a mais, ou melhor está longe de estar ao mesmo nível de Naruto e Sasuke, sendo esse mais um exemplo de algo que podia ter sido melhor planeado depois do time-skip, não que a quisesse ver com extremamente forte, mas pelo menos algo mais parecido com Orochimaru, Tsunade e Jiraya. De qualquer maneira bastante interessado nos próximos capítulos.

 

 

One Piece 709:

 

Odeio quando fica a ideia, verdadeira ou não, que um mangaka deixa a página mais importante, ou pelo menos a mais impactante, normalmente página dupla, para o fim e depois acaba ficando sem tempo e entregando a página parecendo um rascunho. Praticamente foi isso que aconteceu com a página dupla deste capítulo, o que deveria ser o momento do grande soco do Elizabello II ficou como uma página dupla por acabar, ou então nível Togashi de preguiça.

 

De resto, final do bloco B, com um festival de eliminações neste capítulo, por um lado é bom que o Oda tenha dado destaque a um personagem novo, neste caso o Blue Gilly, mas por outro ficou estranho ser logo ele, esperava mais do Ricky, mas tendo em conta as suas últimas palavras ainda deve de aparecer. O Bellamy acabou sendo derrotado facilmente, apesar de que ainda fiquei com a ideia que numa luta 1 contra 1 ele só perderia mesmo para o Bartolomeu, de qualquer maneira o Bellamy ainda serviu para um dos grandes momentos do capítulo com o Luffy a torcer por ele, dando a ideia que o mais provável é o Luffy e o Bartolomeu acabarem-se enfrentado mais há frente no torneio e que o Bellamy acabará sendo importante no arco.

 

 

Gostei de ver que afinal o incrível soco real do Elizabello II realmente faz efeito, mas claro que ele tinha de perder e nesse aspecto ser derrotado pelo Bartolomeu e a sua akuma no mi foi uma excelente escolha, momento que também deu origem a outro bom momento do capítulo com o Bartolomeu salvando os espectadores, enquanto se salvava a si próprio, já agora está certo que o organizador do torneio é o DoFlamingo, mas alguma proteção para os espectadores não era pedir muito. Bartolomeu venceu e fiquei curioso sobre quem é essa pessoa para quem ele irá dar a akuma no mi caso vença, Yonku ou o Oda surpreende? Seria um enorme plot twist ele ser alguém importante no grupo do Dragon.

 

Por fim, espero sinceramente que o boneco esteja a enganar o Franky, seja a mando de quem for, é muita coincidência o Franky dar logo de caras com alguém que também quer derrotar o Flamingo e Dessrosa. A principio o Oda agora irá dar uma pausa do torneio para dar uma vista de olhos pelo que o resto dos mugiwaras estão a fazer, seguindo essa ideia de bloco a bloco indo dando pausas no torneio, o que acho ser uma boa ideia. Pena é que One Piece estará duas semanas ausente, mas resta esperar e desejar as melhoras ao Oda.

 

 

Vagabond 305-307:

 

Já o tinha dito na altura que começaram a sair capítulos do manga depois do longo hiatu do Inoue, mas volto a repetir, Vagabond é um manga muito melhor lido capítulo a capítulo sem qualquer pressa do que no formato maratona, que querendo ou não sempre parece que se quer chegar ao fim para ter o manga em dia e acaba-se perdendo essa parte mais filosófica de Vagabond e também não apreciando tão bem a arte.

 

Antes do regresso de Vagabond do hiatu a grande ideia que tinha de Vagabond é que era um manga que valia em 90% pela sua arte, o que por si só já chegaria para ser considerado um dos melhores mangas de sempre, mas agora nesses capítulos mais parados e dedicados principalmente há introspeção do próprio Musashi antes da batalha final dá para ver que Vagabond está longe de ser apenas a sua arte, mesmo que esse sempre seja o seu maior trunfo.

 

Também por isso mesmo com o manga vindo de um enorme hiatu e no regresso continuar sem adiantar a história, não me importo realmente dessa fase de introspeção, até porque convenhamos não é todos os dias que se vê um manga que consegue trabalhar tão bem o psicológico de um personagem, presenciando uma retrospectiva da vida pelo próprio Musashi. Além disso não esquecer a batalha do Musashi com a água e tudo o que isso significa, não só para ele, mas como também para a batalha que se segue contra o Kojiro, representado pela água.

 

Resumindo Inoue fazendo o que sabe fazer melhor.

 

 

Restantes Mangas:

 

Baby Steps 10:

Continuação da primeira partida do E-chan, que como seria de esperar é completamente dominada pelo adversário, mas claro o E-chan aprende depressa e no final do capítulo houve mais um desses momentos surpresa, de qualquer maneira acredito que o autor sabe o que está a fazer e igual ao primeiro “game” apenas será uma surpresa momentânea.

 

Fairy Tail 331-332:

Nada a comentar sobre o 331, o fanservice fala por si. Já no 332, é a vez do Laxus dar a sua opinião: “Natsu, você só pode estar de sacanagem comigo”.

 

Gin no Saji 64-65:

Bons capítulos, seguindo a história do Komaba, que deve ser o destaque do arco, ou pelo menos de boa parte dele. De resto teria feito mais sentido dar a página colorida do capítulo 65 ao 64, já que o arco de Inverno começou no 64. Sabia que Gin no Saji ia ganhar anime, mas fiquei surpreso por ser na Fuji Tv, obviamente não é nos horários de One Piece ou Sazae-san, mesmo assim deve acabar ganhando bastante pelo anime passar no canal mais visto do Japão, mesmo com o horário.

 

 

Green Blood 24:

Capítulo de transicção que marca o fim da estadia dos irmãos em Cinco Pontos e a partida em busca da vingança, ou seja a primeira parte do manga. O mangaka fez o que tinha a fazer, conseguindo fechar os principais assuntos por resolver na cidade e agora é ver o que o futuro reserva para o manga. E como sempre a arte não desilude, como essa imagem acima bem o mostra.

 

PS: Já li o 25 e 25, mas deixarei para a próxima semana.

 

One Punch-Man 30:

Acabaram não sendo 100 páginas, mas acho que se fossem iriam dar ao mesmo, pelo menos o Murata não colocou mais uma cena em sequência, que volto a dizer é um dos pontos fortes do manga, mas não pode ser usado sempre e de preferência quando for usado que seja para benefício do manga e não apenas porque sim. Seja como for 61 páginas e a sensação que fiquei foi que podiam ser apenas 20 que a diferença seria pouca, ou nenhuma, sendo ainda mais evidente quando se olha para o final do capítulo, tantas páginas, acho que seria de esperar uma conclusão da batalha entre o tritão e o Sonic. De qualquer maneira tirando esses aspectos, foi mais um capítulo razoável de One Punch-Man, mas espero sinceramente que a história ganhe um foco.

 

 

Shokugeki no Souma 22-23:

Uma das maiores qualidades do manga é a sua incrível estabilidade, como tudo tem capítulos melhores que outros, mas no geral Shokugeki no Souma tem tido uma média bem estável e melhor que isso, degrau a degrau ou capítulo a capítulo, fica a ideia que a qualidade vai aumentado, algo não muito habitual num manga shounen e muito menos sendo um echi, onde a tendência é exactamente o contrário.

 

Mas sobre os capítulos, começo de um novo Shokugeki, desta vez focado na melhor amiga do protagonista, infelizmente ainda tivemos muita choradeira por parte da personagem, mas esperando que a última página do capítulo 23 signifique uma mudança definitiva na personalidade dela e por consequência excelentes próximos capítulos.

 

Toriko 233-234:

O principal defeito destes capítulos nem está nos próprios capítulos em si, mas sim no final do 232 e no seu super exagerado cliffhanger, que como o 233 mostra e o 234 comprova está longe de ser coerente, o Shimabukuro tenta chocar o leitor e funciona no 232, pena que para isso acaba baixando o nível desses dois capítulos, já que Toriko e Starjun estão a lutar de igual para igual, diferente do que foi mostrado no final do 232.

 

Sobre o 233 foi bom, mas no lugar errado, acho que dava para guardar perfeitamente essa retrospectiva da parceria entre Toriko e Komatsu para um momento mais importante, fora que veio do nada e sem grande motivo para acontecer. De qualquer maneira bons capítulos e esperando que a luta valha a pena, no 234 pelo menos deu indicio que sim.

 

Em relação às “cenas gays”, o bromance já há muito que é uma caracterista do manga, o melhor exemplo disso é dar para contar as personagens femininas pelos dedos de uma mão. E a cena entre o Toriko e o seu alter-ego tendo em conta a maneira como a cena está a ser representada faz todo o sentido eles estarem nus.

 

 

Ranking:

1ºKuroko no Basket
2ºVagabond

.

3ºGin no Saji
4ºGreen Blood
One Piece
6ºBeelzebub
7ºToriko
8ºShokugeki no Souma
9ºBaby Steps

.

10ºNaruto
11ºOne Punch-Man
12ºBleach

...

13ºFairy Tail

 

 

Os espaços entre alguns mangas significam a minha própria distribuição dentro próprio ranking, ou seja, Kuroko e Vagabond como claramente os melhores da semana, seguidos por todo aquele grande grupo 2 que já bastante perto em termos de qualidade. Também pode mostrar em muitos casos a minha incerteza, por exemplo esse mesmo grupo 2 me deu bastante dor de cabeça, acabou ficando dessa maneira, mas as posições podiam estar bastante diferentes que ainda veria como algo válido.

 

Igual na semana passada Kuroko no Basket acaba beneficiando dos vários capítulos comentados no mesmo post, o manga não foi perfeito, mas tendo em conta o resto da concorrência e o final excelente de jogo não tenho qualquer dúvida em relação ao primeiro lugar. Também sem dúvidas em relação a Vagabond, que continua excelente nos seus capítulos de introspeção.

 

Nos últimos capítulos do arco de Outono não gostei muito da história de Gin no Saji, mas este início do arco de Inverno tem melhorado a história do Komaba, então dentre algumas dúvidas acabei colocando Gin no Saji em terceiro. Green Blood finaliza o sua primeira parte e finaliza bem. One Piece tem um bom capítulo, mas o momento actual mais lento pode não ser um bom indicio para os próximos capítulos, esperando que não.

 

Beelzebub estaria melhor caso tivesse apenas comentado sobre a parte do Himekawa, mas deixa uma boa promessa para as próximas semanas. Toriko podia estar melhor, mas tendo em conta o capítulo anterior a estes dois acaba ficando desconexo e cliché demais, seja como for deixando esse fantasma para trás deve voltar a ter bons capítulos nas próximas semanas. Shokugeki teve alguns altos e baixos, de qualquer maneira acredito se tudo correr bem na próxima semana estará num lugar bem alto. Baby Steps com um capítulo de transição se calhar acaba ficando mais baixos do que deveria, mas nada a fazer.

 

Agora outra coisa a comentar, relembrando que por tempo indefenido parei a leitura de alguns mangas que ocupavam normalmente os últimos lugares do meu ranking, logo, ainda para mais sem ter lido Nisekoi nesta semana, acaba sendo normal capítulos nem por isso tão maus quanto isso ficarem tão abaixo, pelo menos tão perto de Fairy Tail, isto para dizer Naruto, Bleach e One Punch-Man não tiveram capítulos horríveis, mas dentro os mangas que comento sem dúvida foram os piores.

 

Sobre Fairy Tail, só tenho a dizer que o manga está pior do que nunca, ainda para mais depois de alguns capítulos que davam a impressão que no mínimo o manga podia ser interessante.

20
Mai13

Opinião Semanal #67

Dark-Fenix

 

Como tem vindo a ser habitual começo por pedir desculpa pelo sumiço, de mais de um mês, de qualquer maneira o blog não terminou e espero que agora seja uma volta mais estável do que tem sido habitual nos últimos meses. Como tem sido habitual também o post de retorno é mais uma edição de Opinião Semanal.

 

Estou pensando seriamente em começar a ler Assassination Classroom por arcos, se não me falha a memória já tinha comentado algo parecido na altura em que foi apresentado o director da escola e neste último arco fiquei novamente com a ideia que o manga é melhor lido dessa maneira, já que tirando um ou outro momento, o final do arco é muito superior ao seu início.

 

Comentando também sobre dois one shots que saíram recentemente na Shonen Jump, Brand New Schcool e Te To Kuchi. Pensando seriamente em abandonar Fairy Tail, mas vou esperar o arco terminar primeiro, High School of Dead regressou de um longo hiatu, mas mais valia ficar quieto, quem podia regressar era o anime seguindo vida própria. É provável que Gintama passe um tempo sem aparecer no blog e Toriko tem tudo para fazer do actual arco o seu melhor.

 

Para a semana a maneira a estrutura deve mudar outra vez, simplesmente é impossível continuar a comentar sobre os mangas dessa maneira. Já me esqueci-a tinha prometido trazer Santuary, RRR e Strain para o post, Strain decidi esperar que a Fuji termine para ler, Santuary estou actualmente lendo por volume o que torna tudo mais complicado de comentar, então ainda estou em dúvida e RRR deve aparecer, mas primeiro comentarei noutro post e depois sim adicionou ao Opinião Semanal.

 

Assassination Classroom 38-42:

 

Refazendo este comentário pela milésima vez, por vários motivos, sendo os principais, o facto de que com o passar das semanas tive de ir alterando o texto conforme saíam novos capítulos e porque sinceramente se deixasse como estava acho que passaria a ideia totalmente errada da minha opinião.

 

De qualquer maneira começo por dizer que o capítulo 38, ou dizendo de outra forma o início do arco não me animou nada, o novo professor foi uma boa adição ao elenco, o Nagisa teve um excelente momento e estava tudo ali para ter um bom arco e quem sabe desenvolver alguma coisa. Mas ao mesmo de tudo isso, estava também o que mais venho criticando o manga ao longo dos seus 41 capítulos, ou seja o autor ainda nem se ter dado ao trabalhar os personagens direitos e já apresentar um novo e com isso o que se vê nesse capítulo basicamente é o autor a dizer que os alunos já evoluíram, principalmente o Nagisa, mas em vez de o ter feito de uma forma continua apenas joga essa informação agora.

 

Há duas formas de ver a “violência” no capítulo 39, a primeira começar a elogiar AC por ter coragem de usar violência num manga shounen, ainda para mais na Jump, ou então pensar que sim isso é verdade, mas que não é propriamente uma qualidade do manga, porque fica algo bizarro e sem sentido, lembrando aqueles filmes/séries que colocam cenas de sexo aleatórias só para deixarem o espectador a pensar, “uh, eles não têm censura”, como se isso por si só fosse um padrão de qualidade. A forma que está certa, depende muito de cada um, mas pessoalmente lendo o capítulo 39 me senti da segunda forma, como se o autor apenas colocou a violência para o elogiarem única e exclusivamente por isso.

 

 

 

Mas, felizmente, a partir do capítulo 40 as coisas começam a mudar de figura, meio parecido com os capítulos onde o director e a ideologia da escola são introduzidos, ao contrário do capítulo anterior no 40 já não parece que toda a violência foi sem propósito, mas sim que serve para os alunos terem uma nova perspectiva, mais realista entenda-se, e com isso evoluírem, e isso vê-se perfeitamente na história da faca, de como mesmo a pessoa com a faca tendo teoricamente vantagem, essa vantagem se torna a sua própria desvantagem e aí sim esse novo professor e o uso da violência começam a fazer sentido e não apenas porque sim.

 

Depois no 41 teve-se a conclusão desse arco, ou pelo menos da parte importante dele, onde o Nagisa é escolhido para enfrentar o novo professor e num ataque que surpreende a todos, mesmo que não seja uma real surpresa, ele consegue dominar o professor, novamente com a comparação do seu ataque a uma cobra. No capítulo confirma-se a saída do professor, sendo esse o melhor momento do capítulo foi o director a despedi-lo, de qualquer maneira batendo na mesma tecla não consigo deixar de lado a impressão que era algo que já deveria ter acontecido antes, se calhar juntando também o momento em que ele dizia que já não aceitava mais alunos.

 

Finalmente, pelo menos para mim, Assassination Classroom consegui-o sair da sombra do primeiro capítulo e por consequência subir de nível e apresentar o melhor capítulo até ao momento, o 41. Este momento era mais que preciso e mesmo com algumas coisas meio desconexas do início do arco fez exactamente o que tinha de fazer, o único problema é o tempo que levou para chegar a este ponto, principalmente quando se nota que o motivo disso não é por o autor se ter focado em desenvolver os alunos, seja como for no meio de altos e baixos, mais altos que baixos, o autor fez o certo e agora resta esperar que continue a faze-lo, de preferência também focando nos outros alunos e não apenas no Nagisa.

 

 

Bleach 534-536:

 

Este flashback está a tornar Bleach numa autêntica novela, desde a página colorida com o triangulo amoroso até ao cliffhanger do capítulo 536, ao estilo de “Quem matou o António?” ou “Quem atirou no J.R.?”, passando claro pelo filme que fez a mãe do Ichigo chorar, quase aposto que foi Crepúsculo e não ficaria surpreso se fosse Lua Nova ou Amanhecer Parte 1, que dentro de maus filmes ainda conseguem ser piores.

 

Mas seguindo todos os passos, para ver se não me esqueço de nenhum, no 534 seguiu-se o drama na família quincy, no 535 viu-se o amor à primeira vista a funcionar mais uma vez na ficção, só faltava tocar, ainda mais, no assunto de serem de raças/classes sociais diferentes, ao estilo Bella e Edward ou Romeu e Julieta. O pior desse capítulo nem foi a facilidade com que o Isshin aceitou deixar os seus poderes de lado pela sua futura esposa, mas sim a maneira como foi feita, se a resposta final seria a mesma, “Entendi, vamos fazer isso”, para quê tanto trabalho do Urahara a tentar convencê-lo? Ele respondeu à Luffy, ou no máximo à Naruto, não como uma pessoa com cérebro e que como tal deveria pensar. Ainda nesse capítulo a última frase do capítulo, que não se contentando em ser uma novela também quer ser um conto de fadas, “Seu Cavaleiro de armadura brilhante chegou”, só faltava vir num cavalo branco, apesar de que branco é o que não falta em Bleach, se calhar o cavalo perdeu-se no background do manga.

 

Do 536 já falei praticamente tudo no início, do final e do filme, só acrescentando que continua o drama entre os quincys, agora resta saber duas coisas como é que a mãe do Ichigo morreu e também onde foram parar os peitos (cada um maior que a sua própria cabeça) que ela tinha na página 3, porque de certeza deve tê-los perdido pelo caminho porque na página 5 já não os tinha.

 

 

Brand New School Day One Shot:

 

Mais um one shot da última leva de one shots publicados na Shonen Jump, desta vez pelo mangaka de Harisugawa, Pretty Face e Mx0, junto da Kawashita os meus mangakas favoritos entre os que já publicaram mangas de romance/ecchi na Jump. E mesmo esse one shot sendo o básico do básico fez-me desejar que o Kanou tente novamente na Jump, bem que ele podia ocupar o lugar do Naoshi, deixando assim o autor de Nisekoi livre para fazer algo do nível, no mínimo, de Double Arts ou algum dos seus one shots.

 

 

Cromartie High School 17-19:

 

Estava esperando ansiosamente pela primeira aparição do Mechazawao no manga. Como seria de esperar, tendo em conta que dois dos melhores capítulos até ao momento eram as apresentações do Freddy e do Gorila, também este capítulo foi excelente, apesar de não tão boa quando as apresentações dois personagens anteriores. De qualquer maneira esperando bons momentos no futuro para este personagem.

 

Não consigo compreender o porquê do autor, novamente, fazer dois capítulos seguidos praticamente iguais, um capítulo chegava para apresentar o Mechazawa, não precisava de logo de seguida vir outro igual, dito isso preferi o 18 ao 17. No 19 o autor juntou a maioria dos principais personagens do manga e resultou bastante bem, com o Gorila voltando a ser o melhor, estou com a impressão que é algo que irei repetir várias vezes.

 

 

Dorohedoro 73 & Extra:

 

Uma das coisas que mais gosto quando estou a ler ou assistir a algo é ter a sensação de não fazer a menor ideia do que vai acontecer, algo que quanto mais mangas se lê se torna mais raro encontrar, e no caso de Dorohedoro sinto quase sempre essa sensação. E o manga está numa fase em que realmente qualquer coisa pode acontecer, ainda para mais agora que o En e toda a sua família foram aniquilados e o poder passou para o lado dos Olhos Cruzados.

 

Sobre o extra, como sempre divertido, desta vez com a autora dando um destaque geral por alguns personagens que apareceram anteriormente nos extras, como a fada Homem Gyoza ou o demónio, fora o concurso no final. E agora esperando o novo volume.

 

 

Fairy Tail 328-330:

 

Já nem me lembrava do Cobra, mas até entendo o porquê disso afinal ele apareceu no arco da Oracion Six, altura que comecei a acompanhar Fairy Tail semanalmente e também altura em que o manga começou a cair a pique no que diz respeito à qualidade, logo sem muito interesse em me lembrar do personagem ou qualquer coisa envolvendo esse arco. De resto como seria de esperar o Natsu já está aí para as curvas e com força total pronto para derrotar o Rogue e quem sabe ainda ter forças para derrotar pessoalmente todos os dragões.

 

 

Gin no Saji 60-63:

 

Depois de um longo tempo, Gin no Saji está de volta, desta vez para finalizar o arco de Outono e desde já digo, apesar de alguns momentos bons, sem qualquer dúvida este é o pior dos 4 arcos apresentados até ao momento e estes 4 capítulos só vieram para confirmar isso. Como disse o arco teve bons momentos, mas faltou um final de arco mais interessante, faltou uma festa da Pizza, faltou a festa da carne ou mesmo a piada genial com os ovnis, este arco podia ter terminado com o festival, o mais certo a fazer, ou agora com uma vitória do clube de basebol, o típico “do mal o menos” dizendo isto porque o protagonista pouco tinha a ver com o clube. Mas a autora não aproveitou nenhuma dessas oportunidades e com isso acabou alongando demasiado o arco, que volto a dizer é a minha principal critica ao arco de Outono, afinal foram 32 capítulos de Outono num manga com 63 capítulos, pouco mais de metade, não vejo qual o sentido nessa lentidão por parte da autora, a não ser que queira serializar Gin no Saji por 10 ou mais anos, o que na minha opinião seria um desperdício de talento por mais que goste de Gin no Saji, ou então quer apenas representar 1 ano de escolaridade e se for assim percebo o porquê da enrolação, afinal faltaria apenas agora o arco de Inverno para terminar.

 

Sobre os capítulos, no 60 a autora quis fazer comédia em vez de mostrar o jogo, até aí tudo bem, o problema é que isso acabou apenas servindo para duas coisas, estragar o jogo de basebol e estragar os partos dos animais. No 61 a autora continua na mesma linha de raciocínio e faz o clube perder, tudo bem, ainda para mais tendo em conta o que se seguiria, a derrota faz sentido, mas esse anti-climax num manga como Gin no Saji acaba soando estranho, principalmente tão perto de um final de arco. O capítulo 62 foi meio aleatório e saindo totalmente do plot principal, mas acabou sendo o melhor dos 4 e a autora até podia ter escolhido o queijo para terminar o arco, mas como se veria no 63 este sem dúvida não seria um arco com festa no final. Capítulo de drama e dessa mesma maneira que termina o arco, não servindo como um fecho de arco, mas sim como um arco de passagem de 32 capítulos, terminou bem, mas para um manga como Gin no Saji uma festa no final é uma solução melhor do que o drama, quer drama então tem de voltar a fazer algo do nível de Full Metal Alchemist, Gin no Saji é a típica história feliz e fugir disso é estranho.

 

 

Gintama 430:

 

Mais um capítulo onde o Sorashi aproveita para fazer marketing ao seu próprio produto, neste caso um jogo de Gintama, no geral o autor fez um óptimo trabalho, mas como alguns capítulos de Gintama este acabou ficando meio arrastado, o que teria criticado mais se não fosse pela maneira perfeita como terminou o capítulo, com menção a Mario e Luigi.

 

PS: É provável que demore um pouco a voltar a comentar sobre Gintama, ainda não li mais nenhum capítulo do manga além desse e a

principio não o farei nas próximas semanas.

 

 

Haikyuu 38-39:

 

Dois capítulos que exemplificam bem Haikyuu, ou pelo menos a maneira como vejo o manga, enquanto li os capítulos levei a maior parte do tempo a pensar nos erros/defeitos bobos do manga, como os personagens se parecem e como isso pouco ou nada ajuda em saber quem é quem, principalmente quando se fala das outras equipas, na implicância com a altura e barba do craque de Karasuno quando não é ele que está fora do padrão, ou em como o manga não tem como ponto positivo a interação entre personagens fora da quadra, não que seja propriamente negativo entenda-se.

 

Tudo isso é verdade, mas mais verdade ainda é a sua maior qualidade, a interação dentro de campo e nisso as duas últimas páginas duplas fizeram um trabalho extraordinário, finalizando o capítulo de forma excelente. Resumindo Haikyuu mais uma vez prova o porquê de estar a ser tão bem recebido pelos japoneses como pela maioria dos fãs de mangas pela internet e esperando que continue assim, porque se o fizer é sucesso garantido por uns bons anos.

 

 

Highschool of Dead 30:

 

Primeiro capítulo depois de um longo hiatu, logo esperar um capítulo bom, com direito a página colorida, um resumo dos acontecimentos e um destaque nos protagonistas seria o mínimo a pedir? Acho que não é pedir muito, certo? Infelizmente o que os autores ou quem sabe a revista em forma de punição deu foi o total oposto, nada de páginas coloridas, nada de resumo e só no final deu para se ver os protagonistas.

 

Caso não tivesse havido hiatu não seria um mau capítulo, mas depois de 2 anos de espera duvido que alguém tenha gostado de rever HoD com este capítulo. Depois disto fico em dúvida se continuo a ler o manga ou esperando eternamente pelo anime, que é muito superior à sua versão em manga, provavelmente Highschool of Dead não irá aparecer mais por aqui.

 

 

Kuroko no Basket 121-131:

 

Antes de mais, resultados do concurso de popularidade e sem nenhuma grande surpresa, no máximo o Kagami ficar apenas em 4º sendo que é praticamente o protagonista do manga. De resto esses 5 mais populares também mostram o porquê do Kise no futuro ser visto como o segundo melhor da Geração dos Milagres, deixando o Aomine entregue ao injusto papel de ser o primeiro eliminado.

 

Aproveitando a deixa para comentar sobre boa parte desses capítulos que se baseiam bastante no grande tema, Aomine vs Kagami. Concordo que a mentalidade de que o Kagami não pode esperar pelo Kuroko, ou mesmo pelo resto do time, para enfrentar a Geração dos Milagres, mas ao mesmo tempo que isso é verdade toda a premissa de Kuroko no Basket se baseia na dupla Kuroko e Kagami derrotando a Geração dos Milagres, se o próprio Kagami o conseguir sozinho meio que descredibiliza tudo o que foi feito até ao momento e o que venha a ser feito no futuro.

 

 

Seja como for acredito que o autor não irá cair nesse erro, até como ele acaba mostrando em alguns desses capítulos, numa disputa directa Aomine tem de ganhar de todo o mundo, está certo que inevitavelmente ele acabará por perder para o Akashi e para o Kise, mas seguindo todos os pontos o Aomine no 1x1 deveria ser sem dúvida o melhor do manga, mesmo melhor que eles os dois, até porque vejo o Akashi mais com o papel de distribuidor de jogo e não propriamente como craque/melhor marcador. Seja como for isto para dizer que gostei de ver no final do capítulo 131 que o autor não só colocou o Kuroko e Kagami para enfrentar o Aomine, como também juntou o Kyoshi.

 

Muitos desses capítulos são bons exemplos do que quis dizer do Aomine ser o membro da Geração dos Milagres mais importante para o Kuroko e por consequência o ideal para ser quem derrota o Kuroko, mais tarde sofrer a revanche e para lhe despertar alguns sentimentos adormecidos. Por outro lado também nesses capítulos o autor mostrou o porquê da equipa de Seirin ter de ganhar neste ano, pelo Kyoshi, ou seja dificilmente Seirin perderá na final, como já tinha divagado anteriormente, apesar de que nada disso impediu o Inoue de finalizar Slam Dunk, mas Kuroko está longe de ser Slam Dunk.

 

 

Naruto 628-629:

 

Faz sentido o Kishimoto fazer um capítulo de transicção entre o grupo do Sasuke e o resto da guerra, mas acho que dava para fazer um capítulo melhorzinho ou no mínimo algo que não parecesse que foi apenas para enrolar, mesmo que a cena do Obito e do Kakashi possa dar algo interessante. Seja como for toda a ideia de enrolação acaba ficando ainda mais intensificada por motivos alheios ao próprio manga, ou seja folga na semana anterior, nesta houve capítulo e na próxima a revista está de hiatu por causa da Golden Week, ou seja um mês de intervalo entre a partida e a chegada do grupo do Sasuke à guerra.

 

Sobre o 629, continuo sem perceber qual o motivo para a aliança estar ali, ainda para mais sendo que a cada capítulo que passa o Kishimoto faz favor de relembrar que é o Naruto que está a protege-los a todos. A conversa entre o Kakashi e o Obito foi interessante, principalmente na parte da comparação entre o Obito e o Naruto e no que eles os dois significam para o Kakashi, mas mesmo assim Obito vilão continua sem me convencer.

 

 

Nisekoi 70-71:

 

Capítulo 70 focado na relação entre o Raiku e a Tsugumi e não sendo um mau capítulo, mais uma vez não surpreende, resumindo continua tudo na mesma. Já no capítulo 71 dedicado a Raiku e Marika, pelo menos este ainda teve alguns extras, como todas as gangs, incluído a polícia, entrando no restaurante, apesar disso Nisekoi está caindo no maior defeito dos romances/ecchis, fillers atrás de fillers, sendo que isso ainda é um defeito maior para Nisekoi, porque ao contrário da maioria Nisekoi tem um objectivo.

 

 

One Piece 706-707:

 

Inicialmente iria chamar estes três capítulos de capítulos de transicção, mas sendo já 3 seguidos não dá para dizer que são de transicção, mas sim que o Oda voltou a um ritmo mais lento. Por um lado vejo isso como algo positivo por outro como negativo, ou seja bom porque pode ser que afinal o Oda não queira fazer um torneio à velocidade da luz e com isso fazer com que alguns participantes realmente participem do manga, mas isso só é positivo caso aja surpresas, porque senão é apenas dar destaque a personagens random sem qualquer motivo para isso, esperando que a balança caía para o lado positivo nas próximas semanas.

 

E pelo menos tendo em conta esses três capítulos acredito que acabe sendo exactamente isso, já que no 706 o Oda apresenta o monte de personagens e fica a ideia de que nenhum deles realmente terá destaque, mas no 707 e 708 a ideia já é diferente com o Oda conseguindo dar a ideia que afinal o Bloco B não está apenas a ser disputado por Bellamy e Bartolomeu, apesar de que duvido que a vitória fuja a algum dos dois, no máximo alguma surpresa do Gladiador Ricky.

 

Fiquei desiludido com o design do Bartolomeu e desde logo aí comecei a pensar que o Oda já o estava a descartar como vencedor do grupo B, algo que acaba sendo mais evidente se olhar-se para a sua recompensa, que não sendo baixa também não deslumbra, além disso ainda se teve a aparição do Bellamy e tendo em conta o capítulo anterior uma derrota por parte do Bartolomeu é uma decisão no mínimo estranha. Felizmente nos dois mais recentes capítulos o Bartolomeu já melhorou um pouco a sua imagem.

 

 

O outro favorito, para minha surpresa lendo o capítulo, é o Bellamy, que parece que afinal desta vez não servirá apenas de saco de pancada, por um lado sem dúvida adoraria vê-lo levando mais um épico soco do Luffy, mas por outro é bom ver que a sua reaparição sirva para algo mais que isso. Com esse novo destaque no personagem também não vejo muita lógica em ele perder e por isso contínuo sem ter muita certeza sobre o que o Oda está a planear para esse grupo, que no capítulo 707 ainda teve mais alguns personagens capazes de surpreender, quem sabe ainda não saí dali algum membro disfarçado de outro membro da tripulação de um Yonku, ou algum ex membro da tripulação do Barba Branca, para recuperar a akuma no mi do Ace.

 

Inicialmente fiquei desapontando com os grupos, principalmente o C, já que dava a entender que o Luffy iria passar facilmente o grupo, quem sabe mesmo em modo “One Punch-Man versão One Piece”, mas com o capítulo 707 fiquei mais descansado já que deve ainda haver surpresas nos grupos. Já agora que ajam realmente muitas surpresas no bloco D porque não consigo ver nem o Cavendish nem a Rebecca como vencedores, apesar de que o Cavendish mostrou ser melhor do que estava à espera não o consigo ver de forma alguma ao nível do Luffy e do Burgess.

 

Excelente página final do capítulo 707, fartei-me de rir com a cena, a reacção a esse momento também foi boa, mesmo que como seria de esperado a luta tivesse de ser interrompida e adiada para a altura que o Grupo C entrar na arena e tendo em conta esse momento Cavendish vs Luffy pode ser que o Oda esteja a preparar um duelo mais para a frente no torneio, mas novamente se já acho difícil ele ser um vencedor digno do grupo quanto mais para chegar a enfrentar o Luffy nas meias-finais, se seguir-se a lógica mais comentada acerca do torneio.

 

PS: Bartolomeu venceu o grupo B e quero muito que ele se mostre como aliado de algum Yonku, aumentaria bastante o potencial do personagem.

 

 

One Punch-Man 28-29:

 

Parece que o Murata finalmente acalmou nos capítulos com páginas extras, sequencias e páginas coloridas, apresentando um capítulo normal de 19 páginas, ou não tendo em conta a mensagem que o Murata deixou no capítulo 29. E no geral pouco há a dizer, chegada de novos vilões, heróis fortes que não conseguem derrota-los e Saitama indo ajudar, sendo que neste capítulo a ajuda acaba sendo adiada para os próximos capítulos. E claro, o Saitama aos poucos vai subindo no ranking.

 

O 29 veio com poucas páginas e com menos interesse ainda que o 28, apesar de que destaco que pelo menos o herói ainda derrotou os monstros antes de ser derrotado pelo Rei Tritão. Junto deste capítulo veio a promessa do Murata de 100 páginas para o próximo capítulo, resta esperar se essas páginas serão bem aproveitadas.

 

 

Shokugeki no Souma 17-21:

 

Reacções bizarras por parte da júri foram o melhor do capítulo 17, como o eram na maior parte das vezes em Yakitate Japan, a grande diferença entre os dois continua a ser a necessidade de Shokugeki no Souma de todas as reacções terem alguma espécie de fanservice e isso pode ou não ser visto como algo positivo, até porque querendo ou não Shokugeki no Souma se restringe. De resto decisão adiada para o próximo capítulo e apesar de uma derrota já fazer falta ao protagonista duvido bastante que seja neste momento.

 

Grande anti-climax esse empate no capítulo 19, tendo em conta esse desfecho o óbvio ainda se mostra como a melhor coisa a ser feita, de qualquer maneira percebe-se que a ideia é continuar a rivalidade dos dois personagens. Já o capítulo 20 foi mais de transição, isso e o climax do final de capítulo, duvido que ela realmente seja expulsa e esperando que isso sirva para lhe mudar a personalidade, porque já chega de menina choramingona que depende dos outros para tudo.

 

O final do 20 e o que acontece de verdade não combina lá muito bem, pelo menos não num manga, numa série ou anime acaba funcionando muito melhor, de qualquer maneira como já estava meio há espera parece que nada mudou e o Souma vai ter de salva-la, o que cria um bom cliffhanger, apesar do exagero da situação, fora a arrogância de parte a parte. De qualquer maneira duvido novamente que ainda seja desta que ele perde.

 

PS: Estou começando a achar que as reacções masculinas não são uma desculpa para a obra ter fanservice, mas sim o contrário, parece que o fanservice é uma desculpa para o artista desenhar homens em tronco nu.

 

 

Te To Kuchi:

 

Começo já dizendo que não gostei. Por quatro motivos em especial, primeiro a história é escrita por outra pessoa que não a Kawashita, ou seja os personagens estão lá, mas é como se os personagens e a história não combinassem. Segundo é uma história que se passa no passado, na época dos samurais, completamente diferente do que ela fez e com isso os personagens além de não combinarem com a história também não combinam com o tempo e espaço. Terceiro, o óbvio, a história fraca e quarto porque não dizer que a própria arte não parece ter tanto carisma como noutros tempos. Apesar de gostar bastante da Kawashita o mais provável é passar longe do manga quando sair na Square.

 

PS: Porque é que ela não tenta emplacar algum manga ao estilo da Hatsukoi Limited na Square? Com mais liberdade não vejo como falhar.

 

 

Toriko 230-232:

 

Agora a coisa ficou séria, o Shimabukuro com esses dois capítulos deixa a ideia que realmente pode sair uma guerra de verdade deste arco, se é que ainda havia dúvidas, já teve a morte de um personagem famoso, Tommyrod, já teve traições e pelo menos uma grande luta, Tommyrod vs Sanny, agora teve ainda mais traições, mais drama, mais intensidade, um excelente início de luta entre a Chiyo, a Setsuno e Zaus, um cliffhanger com o protagonista completamente derrotado e claro a promessa de momentos tão bons ou melhores que esses nos próximos capítulos.

 

Apesar disso no capítulo 230 ainda se teve de sofrer mais um pouco com os últimos momentos do Elg, mesmo tendo achado exagerado demais o final do capítulo anterior, mais valia aquilo de que toda essa cena. Pensava que o Shimabukuro já tinha desistido de tocar no assunto do tamanho do estádio e tudo o mais, mas pelos vistos ele gosta de focar nesses coisas, e neste caso em particular a cada capítulo que passa menos consigo imaginar um estádio gigantesco e tudo o mais. Na verdade a única altura que consigo imaginar é quando penso no monte de personagens juntos no mesmo lugar, e aí realmente um estádio gigantesco faz sentido.

 

Mas o que realmente interessa nesses três capítulos não é isso, mas sim tudo o resto, traições surpreendentes de personagens importantes e começo a pensar que afinal a terceira força do Universo de Toriko pode mesmo ser a mais forte, principalmente se ainda houver mais surpresas pela frente, como a menção ao Joa por parte da Setsuno. Zebra em destaque igual a bons capítulos e desta vez não foi diferente, só achei meio estranho ele ganhar tão facilmente dos Nitros. E claro, uma excelente batalha entre as personagens mais velhas, que infelizmente não deve ter um fim numa batalha 1x1, a não ser que as duas se aliem temporariamente para derrotar o Zaus e depois voltem a lutar.

 

 

Ranking:

1ºToriko
2ºDorohedoro
3ºAssassination Classroom
4ºKuroko no Basket
5ºOne Piece
6ºHaikyuu
7ºGin no Saji
8ºShokugeki no Souma
9ºGintama
10ºCromartie High School
11ºBrand New School Day
12ºOne Punch-Man
13ºNaruto
14ºNisekoi
15ºFairy Tail
16ºTe To Kuchi
17ºHighschool of Dead
18ºBleach

 

Toriko está em alta, Dorohedoro termina mais um volume de forma surpreendente, Assassination Classroom até podia estar melhor, em segundo caso não fosse os capítulos 38 e 39 e em primeiro se estivesse a contar apenas com o capítulo 41. Kuroko acaba beneficiando do grande número de capítulos que comentei, One Piece não tendo os melhores capítulos do mundo manteve a qualidade a um ritmo mais lento e fecha o top5.

 

Haikyuu mostra mais uma vez os seus pontos fortes, Gin no Saji termina mais um arco, infelizmente o mais fraco deles, mesmo assim ainda com uma qualidade invejável para boa parte dos mangas, Shokugeki no Souma continua mostrando o porquê de quase todo o mundo que lê elogiar, Gintama podia ter ido melhor, mas consegue um bom capítulo, o mesmo posso dizer de Cromartie High School. Brand New School foi um one shot básico, mas bom o suficiente para querer voltar a ver um manga do autor na Shonen Jump, ou em qualquer outra revista.

 

One Punch-Man pouco ou nada avançou na história, mas esperar para ver o que o capítulo de 100 páginas reserva. Naruto não sendo fraco pouco ou nada andou desde a minha última paragem no blog, Nisekoi está parado no tempo, Fairy Tail melhora com a chegada dos dragões, ou melhor torna-se mais interessante, mas continua o mesmo do costume, Te To Kuchi foi uma desilusão, pelo menos para mim, High School of Dead teria o último lugar em praticamente todos os post Opinião Semanal que já fiz, mas Bleach não teve para ninguém, na sua versão novela o manga se supera a cada capítulo que passa.

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