Opinião Semanal #66

 

Já fazia um tempo desde que saiam dois posts em duas semanas seguidas, esperando que seja para manter. Sobre o novo formato que tinha mudado na semana passada, realmente ficou muito mau, mas a ideia passa para esta semana, só que em vez de tudo junto voltei a dividir os comentários individualmente, a diferença ao habitual é que agora não estará por ordem decrescente, mas sim por ordem alfabética, pelo menos nesta semana, ainda não decidi se será sempre em ordem alfabética, tem as suas vantagens e desvantagens.

 

De resto este é um post com menos mangas que o habitual, isto derivado do nº alto de mangas que deixei de ler, em pausa diga-se, na semana passada, isso também afectando a parte do ranking em si, já que vai deixar Fairy Tail e Nisekoi ainda mais no fundo do que o habitual. Nesta semana não houve nenhuma adição ao post, mas para a semana já deve ser adicionado pelo menos 1, adiantando já que é mais um manga de boxe, mas com uma grande vertente musical. Outros mangas da Fuji para fazer companhia a Dorohedoro também devem ser questão de tempo até aparecerem por aqui.

 

Assassination Classroom 37:

 

Antes de mais de destacar que já se passaram 4 meses desde que o Duro de Matar deu o prazo de um ano para destruir a Terra, com isso pode-se afirmar que mais ano e meio/dois anos e já se terá o tão esperado dia. E tendo em conta esses cálculos, posso dizer que o autor não está a ir nem rápido nem lento, agora uma coisa tenho a certeza, já se passaram 4 meses, ou seja 1/3 do tempo, e no que toca à relação professor/alunos, ainda pouco foi desenvolvido, pelo menos para os leitores, já que no manga em si a relação até parece existir, o problema é que isso não foi construído ao longo dos capítulos.

 

Sobre o capítulo, se quisesse resumir e criticar apenas por criticar, diria que é um filler. Mas de outra perspectiva, mesmo sendo filler, esse capítulo, como outros do género, são mais que necessários, para poder construir os personagens, neste caso o Sugaya. E além de desenvolver o personagem em questão também ajuda a desenvolver o resto da turma, de certa forma o mesmo do jogo de basebol, havia um personagem em destaque, mas todos os outros acabavam ganhando, alguns mais outros menos, com isso. Agora que fique claro isso só funciona se não cair no mesmo erro de Nisekoi, ou seja capítulos filler atrás de capítulos filler, sem desenvolver a trama principal.

 

 

Bleach 533:

 

Sinceramente não sei o que comentar sobre Bleach, e isto deve-se novamente ao facto de que o capítulo pouco ou nada andou. O flashback está interessante? Não vou dizer que não, mas essa lentidão mata completamente a leitura. Só tenho a dizer, que é estranho ver o Isshin adulto e a Masaki com a idade do Ichigo, sabendo que vão ter um relacionamento e que flashback de Bleach sem Urahara e Aizen em destaque não é flashback.

 

 

Dorohedoro 72:

 

Confesso que esperava algo além de um massacre, até porque tendo em conta que estamos a falar de Dorohedoro, manga que dá a perspectiva de cada um dos lados em disputa, é sempre complicado ver dois lados que se conhece entrar em guerra até à morte, ainda para mais sabendo que um lado não tem qualquer hipótese. Além disso morte em Dorohedoro é bem relativo, apesar de que isso funciona mais para o lado do grupo do En, já que têm a Kikurage.

 

Também achei que o capítulo terminou de maneira bem estranha, já que o último quadro não deixa a ideia de que o capítulo realmente terminou, resumindo final abrupto, mas junto desse final senti a sensação de, “quero ler mais/já acabou?” Algo que não podendo ser levado à letra ainda significa que o trabalho está sendo bem feito.

 

 

Fairy Tail 327:

 

Pena o capítulo não ter terminado com a chegada dos dragões, podem ter a certeza que o comentário aqui, e o ranking mais abaixo, seriam totalmente diferentes, com mais 13 páginas pela frente acabaram aparecendo os habituais momentos irritantes de Fairy Tail e com isso o hype caindo a pique. Para quem ficou feliz com o Natsu sendo derrotado no capítulo anterior, repito agora e ainda com mais convicção, ele derrotar o Rogue do futuro deve ser questão de tempo.

 

De qualquer maneira, DRAGÕES! Pena que parece que não vai haver viagem no tempo, pelo menos a curto prazo.

 

 

Green Blood 23:

 

Depois de alguns capítulos e principalmente de algumas decisões que mais faziam parecer que Green Blood era um manga shounen, o manga redime-se neste capítulo, finalizando o arco e diria a primeira fase do manga, pelo menos neste momento. O grande momento sem dúvida é o enforcamento do chefe dos Grave Diggers, em especial a maneira como o povo reagia aos seus últimos momentos na Terra, ou seja mal, isto para um homem que mesmo não escolhendo os melhores meios sempre quis o melhor para aquele sítio e para aquelas mesmas pessoas.

 

Agora deve-se seguir a vingança do Brad contra o seu pai, o que sinceramente tenho receio, principalmente por causa do design e do caracter shounen do Edward King, como bem representa a página dupla desse capítulo. Por fim apenas destacar a última página, onde o autor segue, de certa maneira, a ideologia do Togashi, só que em vez de colocar a descrição numa página de fundo preto, faz o desenho do personagem na forca, o que se pode dizer neste caso, que foi mais do que bem executado.

 

 

Haikyuu 35-37:

 

Antes de mais achei bem interessante a maneira com que o autor escolheu para começar o capítulo 35, ou seja dando a perspectiva de um outro grupo ao saber quais seriam os seus adversários no torneio. Apesar de que a escolha podia ser melhor, dando destaque a uma equipa mais forte, mas aí já estou vendo o autor a fazer o cliché de menosprezar os Corvos, então será mais uma daquelas questões de e se, onde não há uma escolha certa.

 

Sobre o resto dos capítulos, como seria de esperar, já que igual a Kuroko o forte de Haikyuu está longe de ser o relacionamento entre personagens, a fase de preparação antes do torneio, ou mesmo entre jogos, foi curta, servindo na sua maioria para apresentar um relativamente largo grupo de equipas. Sendo que nesse aspecto a arte do autor não ajuda em nada em tentar se relembrar das caras dos personagens.

 

O capítulo 36 foca-se na personagem feminina, ganhando até mesmo página colorida, apesar do foco do capítulo nela, a personagem em si ainda parece bastante deslocada de todo o manga e até mesmo da própria equipa, sendo reflectido na própria página onde os veteranos da equipa chorão, e os novatos ficam sem saber o porquê de tanto entusiasmo, e aí não falo apenas dos personagens Kageyama e Hinata e as suas personalidades clichés de não ligar ao sexo contrário. Resumindo espero que aquela situação sirva para mais tarde ou mais cedo o autor explicar como ela se juntou ao clube mesmo sendo tão tímida e tão distante dos próprios jogadores.

 

No capítulo 37 algum destaque aos veteranos e nos dois protagonistas, na verdade no geral toda a equipa teve o seu espaço nem que seja pela página dupla onde os corvos chegam para meter medo na concorrência. No fim a chegada da equipa que os eliminou no ano passado. Por fim um aparte, a personalidade do Asahi cada vez mais me irrita, principalmente porque ainda faz mais lembrar da diferença entre os mangas de hoje com os de antigamente, ou no geral entre os mangas de hoje e a realidade. Eles são colegiais, não é ele que está deslocado, mas sim todos os outros que parecem alunos do ginásio ou mesmo do fundamental.

 

 

Kuroko no Basket 118-120:

 

A maioria das pessoas, mesmo no Japão, devem ler os capítulos quando saem na Jump, comprando a revista ou lendo pela net e depois, só depois disso, é que compram os volumes, então o que vou dizer acaba sendo bem “tanto faz”, mas achei interessante e ao mesmo tempo estranho o volume 14 começar com um capítulo onde o foco acaba indo para todos menos os personagens da Geração dos Milagres e ainda para mais na única aparição que o Aomine teve foi totalmente derrotado, única vez até ao momento.

 

No 119, achei toda a cena envolvendo a disputa entre o Aomine e o Kuroko extremamente exagerada, ainda não pior do que o primeiro jogo contra o Midorima, mesmo assim chegando perto desse nível, algo que acaba sendo amenizado no final do capítulo com as piadas habituais do autor, em que destaca esse momento, mesmo assim começando a me preocupar com o futuro do manga, no que diz respeito aos exageros.

 

Por fim, o que mais gostei desses capítulos foi ver algumas reacções por parte do Kuroko, que durante todo o manga sempre foi um personagem bem apagado, e no capítulo 120 o Kuroko mostra desespero por não conseguir derrotar o Aomine. E aí novamente digo, que o Aomine é sem dúvida alguma o melhor personagem da Geração dos Milagres, excepto o Akashi que ainda não mostrou a que veio, que melhor serve para mostrar algo além do normal, a derrota no jogo anterior, a desforra neste combate, o que o Kagami mostrou no capítulo 117 e agora o Kuroko, isso é algo que não vejo sendo possível, pelo menos bem feito, num jogo contra Midorima, Kise e principalmente Murasakibara.

 

 

Naruto 627:

 

Naruto seria o contrário de Green Blood, enquanto Green Blood enquanto seinen tem algumas atitudes de shounen, Naruto como shounen de vez em quando saí com algumas frases impactantes, que parecem muito melhores do que o normal nível do manga, não que isso se aplique apenas a Naruto, Bleach por exemplo deve ser o rei nisso. Seja como for, o que quero dizer é que nessa conversa inicial, por um lado tivemos os habituais clichés nas conversas entre personagens do manga ou coisas do género da cara de amuo do primeiro hokage, mas ao mesmo tempo saiam frases como; “Tudo foi feito para nada”, “É irónico, que o shinobi que mais partilhou do seu ponto de vista seja um Uchiha”, o comentário do segundo sobre os uchihas, a retrospectiva do legado do terceiro como hokage ou a excelente página dupla.

 

Sobre a resposta do Sasuke, como tinha dito nos comentários, era impossível com tudo o que o Kishimoto tinha desenvolvido desde o time-skip e principalmente nestes últimos capítulos a resposta ser outra, o que não torna imediatamente o momento mau. Foi um excelente momento, sem dúvida um dos melhores do Sasuke nesta segunda fase, a resposta pode ter sido a esperada, mas tudo o resto que a resposta implica está longe de o ser, deixando o manga bem imprevisível a partir deste momento.

 

O problema deste capítulo veio depois dessa página, com todo o mundo parecendo fazer uma festa digna da Guarda Real de Bleach, e apesar da página dupla final impactante, não dá para deixar passar que não faz lá muito sentido eles fazerem um desvio até à montanha, apenas para pousar para a fotografia em cima das suas próprias caras. Para a próxima semana não há Naruto, a maioria está dizendo, logo agora que isto estava bom é que o Kishimoto pausa, eu penso o contrário, e já o disse várias vezes, se é para pausar o manga, pelo menos que termine bem.

 

 

Nisekoi 67-69:

 

Igual ao arco da mãe da Chitoge, Nisekoi consegue um bom arco no meio de tanto filler. Apesar disso nada de especial a comentar já que mesmo nas situações mais interessantes, onde parece que finalmente a relação vai sair do sítio, o mais provável é que acabem não significando nada.

 

PS: Com a saída da maioria dos mangas que habitualmente ficavam nos últimos lugares do meu ranking, vai ser normal ver Nisekoi mal classificado, Nisekoi também irá servir para separar Naruto e One Piece, caso esta maneira de postar se tornar fixa.

 

 

One Piece 705:

 

Não tenho comentado muito sobre o Caribou, mas continuo interessado na história das capas, só não faço ideia é no que isso vai levar. De qualquer maneira esperando sinceramente que o Oda dei algum spoiler através dessa história de capas, por exemplo, era genial se ele desse a ideia que o Kaidou estaria em Dessrosa, ou tivesse mandado alguém para o torneio, ou algo do género, apesar de que duvido que isso aconteça.

 

Achei interessante o Oda ter escolhido este momento para dar destaque aos outros acontecimentos paralelos ao torneio, tinha dúvidas como ele iria fazer a troca entre os vários grupos, mas acabou usando este capítulo como forma de intervalo, entre a fase de grupos do torneio. O grande problema foi que em 1 único capítulo o Oda mostrou um monte de personagens ao mesmo tempo, quase que batia o nº de acontecimentos paralelos por episódio em Game of Thrones. Para quem está a pensar, sim critiquei a falta de acontecimentos em Bleach e o excesso em One Piece, como na maioria dos casos no meio está a virtude.

 

Outra cena genial é o nome do capítulo, “Maynard, o perseguidor”. Maynard esse que derrota facilmente um pirata de 68 milhões de recompensa e mais tarde acaba sendo derrotado com a mesma facilidade pelo Bartolomeu, ou Barto Romeu como já vi chamarem e até acho que faz mais sentido. O velho que apareceu no bar serviu de inspiração para as mais derivadas teorias, indo desde o homem da estátua ao Fujitora, o Oda acabou escolhendo o Fujitora, não seria a minha escolha para Almirante, até porque ainda não tinha aparecido anteriormente na história, apesar disso só o tempo dirá se foi uma boa escolha.

 

Acontecimentos rápidos por parte do resto dos mugiwaras e pelo Kinemon e filho, que cada vez mais fazem parte do grupo. E desde já digo, odeio o Monosuke, e exactamente por odia-lo é que torço para ele continuar no bando. Sobre os restantes, personagem misterioso no barco, Sanji se dando bem, Kinemon capturado, Zoro quase descobrindo quem são as fadas e mais importante, o grupo do Law encontrando a CP0. Confesso que não gostei muito dessa primeira aparição da CP0, já que diziam que a CP9 era a mais forte, de qualquer maneira isso pode ser contornado facilmente com um simples, foi criada nos últimos dois depois do fracasso da CP9.

 

 

One Punch-Man 27:

 

Este capítulo de One Punch-Man foi o total oposto do capítulo de Dorohedoro, tanto um como o outro acabaram de forma abrupta, mas enquanto em Dorohedoro queria continuar a ler, em One Punch-Man já não senti essa sensação, apenas que senti, “não faltam aqui páginas?” Antes de passar às minhas outras criticas ao capítulo, a última página, tirando o polvo, fez-me lembrar automaticamente do Tsunami, fica a questão será ainda cedo para um manga recriar um tsunami num manga?

 

De qualquer maneira, não foi só nisso que achei o capítulo bem abaixo da média, era esperado que agora o Saitama ganhasse o respeito do povo e subisse nas classes de super-heróis, ok, aceito que isso não tenha acontecido, mas para isso também era preciso uma outra maneira de construir a história, bastante diferente dessas últimas 30 páginas deste capítulo. Outra coisa, foram 30 páginas que bem podiam ter sido reduzidas em 10, na maioria dos casos o Murata tem aproveitado bem o facto de que sendo um manga online não precisa de um nº de páginas fixas, mas de certeza este capítulo não foi um desses casos, neste caso menos seria mais.

 

 

Shokugeki no Souma 14-16:

 

Na Jump, uma revista a curto prazo principalmente para os novatos, acaba sendo normal esses mangas onde tudo acaba sendo extremamente exagerado, vejo isso por exemplo em Kuroko no Basket que o nível de exagero disparou a um nível altíssimo logo no jogo contra o Midorima, mas o autor soube travar a tempo e manter um nível equilibrado de exagero, pelo menos até ao actual jogo contra o Aomine. Isto para dizer que Shokugeki no Souma exagerou e parece que vai seguir esse caminho, e isso funciona a curto prazo, mas a longo prazo será assim tão benéfico? De todo não e Yakitate Japan que o diga, e vale lembrar que Yakitate Japan foi publicado na Sunday, revista que mesmo mangas também sendo cancelados, tem uma margem de erro muito maior, logo essa fase excessiva de exagero só começou realmente a afectar o manga a partir da fase da Copa Mundial.

 

De qualquer maneira deixando essa introdução de lado, bons capítulos, Shokugeki no Souma continua interessante e esse acampamento foi uma boa maneira de adiar as inevitáveis repetições o máximo possível, o que na Jump sem dúvida se torna uma vantagem. Apesar de ter gostado não tenho muito o que comentar, dispensava o outro personagem andar sempre despido, boas páginas coloridas e duelo interessante, em contra partida, Shokugeki no Souma é mais um manga onde não é fácil relembrar da cara dos personagens.

 

 

Toriko 229:

 

Como digo sempre, odeio quando Toriko, ou qualquer outro manga, tem uma excelente página colorida e a Jump simplesmente prefere estragar o máximo possível o que o autor fez de bom com toda aquela poluição visual que a página colorida dupla tem, e sim é dupla. Além disso, já que estou a comentar sobre a página colorida, já comentei sobre isso, mas é pena, nesse aspecto, o Shimabukuro já ter moral na Jump o suficiente para quando ganha destaque na revista só fazer a página dupla colorida, e deixar de lado a 3º página a que tem direito. Isso é algo que respeito no Kishimoto por exemplo, apesar de que ele quase sempre usa as páginas coloridas para destacar ainda mais o Sasuke.

 

Sobre o capítulo sinceramente não gostei e achei bastante fraco mesmo, por dois principais motivos. Primeiro, as situações exageradas em Toriko na maioria das vezes funcionaram bem, mas neste caso em particular não achei que tivesse funcionado de todo, é porque toda aquela situação do raio infinito e do personagem imortal que irá morrer por toda a eternidade além de cliché é apelação demais, fazendo lembrar da morte do Garilick ou Garlick Jr. em Dragon Ball Z, só que no caso o personagem foi sugado para dentro do vazio.

 

O segundo ponto é mais uma coisa bem normal em Toriko, que é a maneira como o Shimabukuro narra a história, em Toriko parece haver um narrador que conta um pouco de tudo, muitas dessas coisas que já estavam óbvias, ou naquela excelente definição de uma imagem vale mais que 1000 palavras. De qualquer maneira, isso é algo que dentro dos possíveis o leitor se habitua, mas no caso deste capítulo o autor exagerou, já que além do narrador, ainda colocou o Branch a explicar, só porque sim, as suas técnicas, deixando várias páginas cheias de falas. O que poderia não ser uma critica, caso isto não fosse um capítulo dedicado ao final de uma batalha.

 

Seja como for, esperava uma primeira luta do Branch no manga um pouco mais interessante, até porque o personagem desde a sua primeira aparição que me deixou com a impressão que podia chegar ao nível de carisma do Zebra, e aqui ficou bem aquém disso e de muito mais.

 

 

Ranking:

1ºOne Piece
2ºGreen Blood
3ºNaruto
4ºDorohedoro

5ºHaikyuu
6ºAssassination Classroom
7ºKuroko no basket
8ºShokugeki no Souma
9ºToriko
10ºOne Punch-Man
11ºFairy Tail
12ºNisekoi
13ºBleach

 

Fiquei na dúvida entre dar o primeiro lugar a One Piece ou a Green Blood, acabou sobrando para One Piece, preferindo beneficiar a consistência de One Piece ao excelente final de um arco inconsistente de Green Blood, o mesmo se aplica a Naruto, e aos seus altos e baixos, reflectindo mesmo nesse capítulo. Seria a altura certa para Dorohedoro ficar novamente em primeiro, mas o capítulo podia ter sido muito melhor. De qualquer maneira esses 4 sem dúvida foram os melhores da semana.

 

A seguir seguem-se 4 mangas que foram as minhas maiores dúvidas em relação ao ranking, acabou ficando assim, mas qualquer maneira de listar os 4 estava para mim de bom agrado, já que no geral estão os 4 ao mesmo nível, com alguns ligeiros pontos positivos e negativos de cada um.

 

Os últimos 5 foram para mim os mais fracos, mas neste caso, mais fácil de rankear, Toriko teve um capítulo fraco, mesmo assim é sempre um manga no geral de qualidade. One Punch-Man quase o mesmo. E nos últimos 3, Fairy Tail podia ter ficado melhor rankeado, mas até que me mostre uma melhora consistente sempre manterei um, ou mesmo os dois, pés atrás antes de elogiar. Nisekoi teve um arco melhorzinho, mas continua sem surpreender e Bleach está uma lentidão que mata qualquer leitura.

publicado por Dark-Fenix às 21:56